quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Receita Federal admite vazamentos de dados de ministros do STF e familiares - Revista Oeste

 

18/2/26 - CONVERSA TIMELINE

 

A pressão de Trump e o aumento da militarização estão causando divisões na Europa. AGORA!

 O discurso mais aguardado na conferência deste ano foi o do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que representou o governo Trump no evento. O centro de Munique, na Alemanha, é mais conhecido por lojas elegantes e carros velozes e chamativos, mas, neste momento, suas ruas estão repletas de cartazes anunciando drones de última geração.

"A segurança da Europa está em construção", diz o slogan estampado em um conjunto chamativo de fotografias em preto e branco, espalhadas por uma igreja coberta de andaimes em uma das mais conhecidas vias para pedestres da cidade.


Uma demonstração pública tão explícita de força militar seria inimaginável ali poucos anos atrás, mas o mundo fora da Alemanha está mudando rapidamente e levando o país junto.

A região sul da Baviera se tornou o principal polo de tecnologia de defesa da Alemanha, com foco em inteligência artificial (IA), drones e setor aeroespacial.

Anúncios como esses, com a frase 'A segurança da Europa em construção', teriam sido impensáveis na Alemanha até pouco tempo atrás.

Os moradores daqui, como a maioria dos europeus, dizem se sentir cada vez mais expostos, pressionados entre uma Rússia expansionista e uma China economicamente agressiva a leste, e os Estados Unidos, antigo principal aliado, hoje cada vez mais imprevisível, a oeste.

Segundo uma pesquisa recente do Eurobarometer, mais de dois terços dos europeus (68%) consideram que o país em que vivem está sob ameaça.

Neste outono (no hemisfério Norte), o Escritório Federal de Proteção Civil e Assistência a Desastres da Alemanha alertou, pela primeira vez desde a Guerra Fria, que uma guerra já não é "improvável". Embora ressalte que o país está seguro, o órgão também recomenda que os alemães mantenham em casa alimentos estocados para três a dez dias. Por precaução.

A Alemanha é o principal doador individual de ajuda militar e de outros tipos à Ucrânia, agora que os EUA suspenderam qualquer nova ajuda direta. As pesquisas de opinião indicam que os eleitores alemães também querem se sentir mais protegidos dentro do próprio país.