A chamada modernização da rede estadual virou sinônimo de desgaste.
A implantação do “Novo Diário
de Classe” digital tem sido alvo de denúncias do Sindicato Estadual dos
Profissionais da Educação junto ao Ministério Público do Estado do Rio de
Janeiro.
O cenário relatado é contraditório:
professores são cobrados para alimentar sistemas instáveis em escolas que
sequer possuem roteadores adequados ou internet estável.
Sem infraestrutura básica, a
digitalização deixa de ser avanço e passa a funcionar como mecanismo de pressão
administrativa, ampliando o desgaste emocional de uma categoria já
sobrecarregada.