4 Realidades Chocantes por Trás da Crise na SEEDUC RJ
Imagine
a situação de dedicados professores da rede estadual do Secretaria de Estado de
Educação do Rio de Janeiro. Eles enfrentam salas superlotadas, precisam
preencher diários digitais sem internet disponível e trabalham em período
integral — apenas para descobrir que o saldo bancário diminui mês após mês.
Mesmo pagando regularmente um pequeno empréstimo emergencial, o valor da dívida não para de crescer.
Não
se trata de erro matemático. Essa é a realidade de milhares de servidores da
rede estadual. Em fevereiro de 2026, tornou-se evidente que a chamada “Máquina da Dívida Infinita” não é um
acidente financeiro, mas uma estrutura lucrativa que penaliza justamente os
trabalhadores essenciais do Estado.
Tal
situação é extensiva aos servidores administrativos e do apoio.
A
liquidação do banco master, “parceiro”
do credcesta, e agora também do banco
pleno, outro “parceiro” do credcesta, com a consequente divulgação
pala mídia, trouxe alguma luz sobre a (má?) administração do Rio Previdência e começaram a aparecer
indícios de outras irregularidades.
A
crise se sustenta em quatro pilares: matemática
predatória, opacidade administrativa, modernização precária e omissão
legislativa.
O
tema é longo, e, os efeitos da sanha predatória destes bancos mostram-se para
além do que acontece aqui no Estado do Rio de Janeiro.
Traremos
novas informações em breve.
Milton Lima
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