sábado, 21 de fevereiro de 2026

A Máquina da Dívida Infinita

 4 Realidades Chocantes por Trás da Crise na SEEDUC RJ

Imagine a situação de dedicados professores da rede estadual do Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro. Eles enfrentam salas superlotadas, precisam preencher diários digitais sem internet disponível e trabalham em período integral — apenas para descobrir que o saldo bancário diminui mês após mês. Mesmo pagando regularmente um pequeno empréstimo emergencial, o valor da dívida não para de crescer.

Não se trata de erro matemático. Essa é a realidade de milhares de servidores da rede estadual. Em fevereiro de 2026, tornou-se evidente que a chamada “Máquina da Dívida Infinita” não é um acidente financeiro, mas uma estrutura lucrativa que penaliza justamente os trabalhadores essenciais do Estado.

Tal situação é extensiva aos servidores administrativos e do apoio.

A liquidação do banco master, “parceiro” do credcesta, e agora também do banco pleno, outro “parceiro” do credcesta, com a consequente divulgação pala mídia, trouxe alguma luz sobre a (má?) administração do Rio Previdência e começaram a aparecer indícios de outras irregularidades.

A crise se sustenta em quatro pilares: matemática predatória, opacidade administrativa, modernização precária e omissão legislativa.

O tema é longo, e, os efeitos da sanha predatória destes bancos mostram-se para além do que acontece aqui no Estado do Rio de Janeiro.

Traremos novas informações em breve.

Milton Lima

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